O português Pedro Póvoa foi hoje repescado para o concurso de -58 kg de taekwondo dos Jogos Olímpicos de Pequim2008, depois de o dominicano Yulis Gabriel Mercedes, que o derrotou na primeira ronda, se ter qualificado para a final.
Póvoa perdeu o combate inicial com Mercedes por 3-0, mas a qualificação do dominicano para a final garantiu ao atleta luso a repescagem e a hipótese de ainda chegar ao bronze.
Para saber se era respecado, o português teve de esperar que Yulis Gabriel Mercedes vencesse o combate dos quartos-de-final, frente ao taiwanês Mu-Yen Chu (que teve como um dos juízes o português Paulo Martins), por 3-2, e depois o das meias-finais, contra o espanhol Juan Antonio Ramos, por 4-2.
Uma empresa americana criou uma nova t-shirt que vai dar que falar no mundo. A t-shirt mostra um nadador que virou espermatozóide na camisola. A piada está em que um espermatozóide leva larga vantagem do que todos os outros e que tem uma seta apontar dizendo que é Michael Phelps.
A t-shirt já está a ser um sucesso mundial e já está a ser muito vendida na internet.
A campanha está espectacular, temos que dar valor a quem merece realmente! Parabens a quem realizou esta beldade!
Gustavo Lima o nosso representante em Pequim 2008. O atleta da vela na classe laser ficou a um ponto do 3º lugar na classificação geral que lhe dava acesso a medalha de bronze . Ele obteu 76 pontos, e ficou em 5º lugar na MedalRace.
Com pouco vento, a regata foi bastante difícil para todos os concorrentes, sendo que durante largos períodos ficou a ideia que os barcos pura e simplesmente não andavam.
Lima teve uma saída muito calculista, rondando sempre entre o quarto e o sexto posto. Porém, com excepção feita ao representante sueco - que partia com o segundo lugar -, os seus principais adversários conseguiram estar melhor.
No final da regata, ganha pelo barco da Nova Zelândia, a Eslovénia e a Itália, que cortaram a linha de chegada nos segundo e terceiro lugares respectivamente, asseguraram a prata e o bronze.
O Brasil não tomou conhecimento das rivais japonesas e venceu as quartas-de-final por 3 sets a 0, com parciais de 25/12; 25/20 e 25/16. Com o resultado, o time brasileiro se manteve invicto sem ter perdido um set sequer em Pequim e se classificou pela 5ª vez consecutiva para uma semifinal olímpica.
Jogando melhor durante toda a partida, o Brasil esteve à frente do placar do início ao fim do jogo. Muito bem no saque e no bloqueio, Mari e Paula Pequeno foram os destaques ofensivos contra o Japão. A líbero Fabi também deu show garantindo a regularidade do bom primeiro passe brasileiro.
Restou às japonesas apenas a missão de pontuar ao máximo em cada set para não se despedirem de Pequim com uma derrota humilhante.
Agora, as meninas de Zé Roberto Guimarães aguardam as vencedoras do confronto entre Rússia (campeã mundial) e China (campeã olímpica) para conhecer suas próximas rivais na semifinal. O confronto será realizado às 9h desta terça-feira.
Também classificada para as semifinais, as cubanas venceram as sérvias também por 3 x 0 e aguardam as vencedoras do confronto entre Itália e EUA para fecharem a outra semi.
Naide Gomes ficou “sem palavras” para explicar o surpreendente afastamento da final do salto em comprimento dos Jogos Olímpicos. Quase uma hora após terminar a prova a portuguesa revelou que ainda estava “parva” e “sem sequer conseguir chorar”.
A campeã do Mundo em pista coberta e detentora da melhor marca mundial do ano, com 7,12 metros a 29 de Julho, no Mónaco, era uma das favoritas ao ouro, mas começou o concurso com dois saltos nulos e só fez 6,29 no terceiro, depois de uma corrida desastrada.
Foi apenas 32.ª classificada no concurso, em que a última das 12 qualificadas para a final fez 6,60 metros, menos 52 centímetros do que o seu recorde nacional.
“Pus muito para trás e depois não consegui ajeitar. A corrida não deu certo. Estou mesmo muito triste… nem imaginam como. Nem consigo chorar, sequer. Ainda não acredito”, assumiu.
A 10 metros da chamada começou a travar e chegou a trocar o passo, admitindo no final que durante a corrida percebeu “que não ia dar” para se qualificar, o que conseguiria com um salto de 6,75 ou ficando entre as 12 primeiras da qualificação.
“Não sei, correu mal”, disse Naide Gomes, quando lhe foi pedido para explicar o que acontecera. “Não há desculpas, correu mal. Eu e o meu treinador estamos imensamente tristes, porque trabalhámos, muito, muito, muito para chegarmos aqui”.
Nelson Évora está em boa forma e mostrou-o hoje na qualificação para o triplo salto.
O atleta do Benfica qualificou-se hoje, ao segundo ensaio, com um salto de 17,34m, melhorando em dez centímetros a sua melhor marca em 2008.
Na próxima quinta feira as 13:20 ( hora portuguesa ) realiza-se a final do salto em cumprimento, prova em que o Nelson irá alinhar para bater o seu recorde nacional conseguido em Osaka com um salto de 17,74m.
Após a qualificação, garantiu estar em condições de estabelecer um novo recorde nacional em Pequim: “Estou melhor do que nunca. Sinto-me muito bem mesmo, muito confiante”.
O Nelson disse ao Publico a frase que passo a citar : “Esta é a minha melhor marca do ano, mas foi um ano em que eu apostei mais nos treinos e a forma como me apresentei aqui e saltei hoje deixa-me muito confiante e feliz. Tranquilo para a final também”, sublinhou.
A dupla brasileira formada por Fernanda Oliveira e Isabel Swan conquistou a medalha de bronze na classe 470 da vela. Elas venceram a última regata realizada e assim conseguiram garantir a medalha de bronze. O ouro ficou com a Austrália e a prata com a Holanda.
A dupla brasileira iniciou há quatro anos o seu trabalho para a disputa dos Jogos Olímpicos deste ano.
Isabel, natural do Rio de Janeiro, terminou na quarta colocação do Mundial da classe 470, em 2006, é bicampeã sul-americana, em 2004 e 2006, e tetracampeã brasileira, em 2004, 2005, 2006 e 2007.
Esta é a primeira vez que a vela brasileira feminina conquista uma medalha em uma edição dos Jogos Olímpicos.
A medalha de prata conquistada por Vanessa Fernandes na prova de triatlo dos Jogos Olímpicos deixou a portuguesa muito feliz, tanto mais que foi a primeira vez que a bandeira nacional subiu ao pódio em Pequim.
“É mais do que ouro. É uma medalha importante e que me sabe muito bem. É uma sensação fantástica. Começar assim a semana é espectacular”, afirmou uma emocionada Vanessa, dedicando o feito à “família e amigos”.
A triatleta - que conseguiu a 21.ª medalha de Portugal em Jogos Olímpicos (3 de ouro, 7 de prata e 11 de bronze) - apenas não conseguiu levar a melhor sobre a australiana Emma Snowsill, que arrebatou o ouro com a 1.06 minutos de vantagem sobre a portuguesa.
Apesar do 2.º lugar, Vanessa explicou que as coisas não foram nada fáceis, sobretudo no último sector (corrida), lamentando a ausência de uma companheira de equipa perante o poderio das australianas.
“Fazer a prova sozinha é muito complicado. Tentei liderar na bicicleta e acabei por não conseguir e, depois, na corrida, não me senti bem nas primeiras voltas. Quando consegui impor o meu ritmo, tudo se tornou mais fácil”, revelou.
O Brasileiro Cesar Cielo Filho conquistou a medalha de ouro nos 50 metros livres em natação.
Veja o vídeo da prova e da cerimónia do podium, o que o Cesão chorava. Grande vitória para o Brasil, depois da medalha de bronze ganha por César nos 100 livres.
O norte-americano Michael Phelps foi a incontornável figura das provas de natação dos Jogos Olímpicos Pequim2008, ao cumprir o prometido e conquistar oito medalhas de ouro, batendo o recorde do seu compatriota Mark Spitz.
Depois de ter falhado a primeira tentativa, em Atenas2004, onde “apenas” logrou seis títulos, mais duas medalhas de bronze, Phelps conseguiu em Pequim superar os sete ouros de Spitz, em Munique1972, com o triunfo de hoje na estafeta de 4×100 estilos.
“Jamais imaginei que pudesse conseguir este feito, mas tinha metido na cabeça a ideia de fazer algo inédito neste desporto”, afirmou Michael Phelps, que não se esqueceu de fazer agradecimentos: “sem os meus companheiros nas estafetas não teria sido possível”.
Com a ajuda de Aaron Peirsol, Brendan Hansen e Jason Lesak, Phelps somou o oitavo ceptro, precisamente na prova que fechou as provas no “cubo de água”, após os 400 estilos (10 de Agosto), os 4×100 livres (11), os 200 livres (12), os 200 mariposa (13), os 4×200 livres (13), os 200 estilos (15) e os 100 mariposa (16).
Sete dos triunfos do norte-americano foram, ainda por cima, abrilhantados com recordes do Mundo e o outro, o dos 100 mariposa, com um novo recorde olímpico - faltaram 19 centésimos (50,58 contra os 50,40 de Ian Crocker) para um registo ainda mais perfeito.
Numa piscina em que caíram 25 recordes do Mundo (14 no masculino), Phelps conseguiu o que parecia impossível, mas a missão esteve longe de ser fácil e um triunfo deve-o mesmo ao compatriota Jason Lesak, que, face ao francês Alain Bernard, resgatou em “cima” da parede o triunfo nos 4×100 livres… por oito centésimos.